terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Dois em um especial de Natal e Ano Novo

Escolha o que mais te interessa e leia! Ou leia os dois e descubra o que mais te interessou!

NATAL

Feliz Natal by Lana

Eu andei pensando (...) e cheguei a uma conclusão (temporária ou não) da importância de certas datas comemorativas. Como estamos passando pelo natal, ano novo e tal, estas estarão em foco neste post[e]. Antes, na minha rebeldia sem causa ou seja lá o que fosse, eu só costumava ver o natal e demais datas como somente comerciais e capitalistas e etc. (o que não deixa de ser um pouco), mas agora começo a perceber que, em meio a tanta correria, a tantos compromissos e tecnologia que nos afasta de nossa família e amigos, talvez, e só talvez, estas datas venham para nos lembrar que precisamos socializar, ficar um tempo com nossos familiares e amigos ou pelo menos lembrar da existência deles. Então, no cronograma do ano, quando vai chegando o natal alguma coisa vai mudando, seja pela estrela de Belém que vai passando, seja pelo inconsciente coletivo, ou algum tipo de bruxaria, nós podemos colher esta data para ficar mais próximos um dos outros. Aproveitar para pensar em melhorar e fazer tudo o que se faz no natal. E isso independente da religião. 

Também pensei sobre o papel do papai noel no imaginário e na formação da personalidade da criança (TEMA PARA UM TCC DE UM ALUNO DE HUMANAS!) e cheguei a outra conclusão: eu fui uma criança que cresci com todos os natais e a presença do velhote (papai noel), acho que é uma forma (a depender de como é passada) de aflorar a criatividade da criança, uma forma lúdica passar uma data de forma mágica. Deixa a criança sentir um pouco de magia enquanto pode porque sabemos o que pode acontecer com a imaginação dela quando crescer: ser podada e racionalizada até pensar só no dinheiro que vai ganhar pra pode se manter. A criança vai descobrir por si própria que o papai noel não existe de uma forma ou de outra, na pior das hipóteses é porque algum adulto que perdeu a criatividade vai encucar com os problemas da globalização e do capitalismo desenfreado pra cortar uma parte da criatividade da inocente (desabafo mode on). Mas claro que existem casos e casos e mais casos.

Bom, o que eu queria dizer é que podemos aproveitar a existência dessas datas e ver além do capitalismo desenfreado. Não esquecê-lo, mas enxergar o lado bom de poder ter um momento em que podemos estar todos juntos - nem sempre fisicamente - e deixar, por um tempo bem pequeno, os problemas de lado e falar de coisas boas com quem gostamos.


ANO NOVO


Fogos de ano novo

Também podemos substituir o pensamento depressivo do ano novo por uma retrospectiva pessoal. Entendam o que quero dizer: se já existe uma comemoração para a passagem de ano, se eles nos dão feriado para aproveitar do jeito que quisermos e se tá tudo liberado, por que ficar dizendo gritando para o mundo que sua vida é um cocô? Se a sua vida for um cocô você tem que dar a descarga nisso (sem levar você junto) e aproveitar que vai começar um novo ano (vamos aproveitar também essa contagem de tempo, essa passagem temporal pra alguma coisa boa) pra fazer mudanças na nossa vida.

Já que é assim, já que existe esse tempo e que o pensamento coletivo faz com que ocorra alguma coisa naquela passagem (bruxaria? ciência? Inês Brasil? Não sei...), aproveita manolo (a), aproveita pra fazer alguma coisa que preste pra mudar a situação deplorável na qual você se encontra (ou não se encontra). Eu acho que mal não vai fazer em tentar mudar alguma coisa que você ache que não vai bem. E se não conseguimos fazer isso no decorrer do ano a gente aproveita que tem uma data específica pra isso: a virada de ano.

E pode usar a cor que quiser, pode pular suas ondas, pode não fazer nada. O mal de nós todos é se irritar com as coisas que os outros fazem ou acreditam. Galero, a não ser que o que a outra pessoa faça vá atingir outra pessoa (uma pedrada, por exemplo), o que ela faz é problema dela, né nóm? 

Eu mesmo vou preparar a minha ficha, ver o que foi bom ou o que foi ruim e fazer as mudanças necessárias. Temos um ano inteiro pela frente pra realizar coisas que disseram que não poderíamos, para recobrar nossa criatividade quem podaram quando fomos crescendo e para tudo o mais que quisermos. 




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