sexta-feira, 17 de abril de 2015

Conhece-te a ti mesmo, disseram ¬¬ Parte II

Aqui não exite férias, é um aprendizado constate. Afinal, conhecer a nós mesmos é, na verdade, conhecer o universo inteiro, porque cada um de nós É um universo inteiro. O terceiro período é bem puxado, os professores nos colocam na prática de certas coisas que estudamos. Veja bem, eu disse que eles nos colocam. Eles não perguntam se você quer ou não ir para a prática, simplesmente a ação acontece e pronto. Vire-se, você não é mais uma criança, você quis se conhecer, não quis? Então pronto.

Então as portas de várias das mazelas do mundo se abrem para você. E a gente começa a se sentir realmente parte da humanidade. E isso é tão ruim. Porque ao mesmo tempo que você tenta de todas as formas ser uma pessoa melhor, pra você e para o mundo, outras pessoas roubam e matam, fazem coisas horríveis por dinheiro e outras misérias que todos nós estamos, infelizmente, acostumados a ver e ouvir. Eu me pergunto: o que fazer? No processo de alto-conhecimento nós precisamos nos ajudar, acredito eu, e isso significa ajudar os outros também. E se isso tudo de ajudar ao próximo soar besteira para alguém é porque já estamos bem perto do fundo do poço.

No caminho do "conhece-te a ti mesmo - e em consequência todo o mundo ao redor", você é bombardeado por todos os lados por todas as influências. Dá pra começar a sentir a energia das coisas e pessoas, a vibração dos lugares e os sinais que o mundo manda pra você: sonhos, coincidências, aromas, etc. E nisso vem coisas boas e ruins. Parece que quanto maior a dor, maior o aprendizado. Nesse período temos que começar a aprender a controlar nossa mente e nossos pensamentos. Aqui é tipo anatomia pra área da saúde ou cálculo pra exatas, ou seja, já sabe né? 

Ainda temos uns minicursos autodidáticos com o tema: lidando com as pessoas próximas. Você começa a entender a beleza da diferença. No meu caso, eu consegui - ainda estou fazendo alguns minicursos desses, talvez seja necessário um para cada pessoas que eu conheça já que é um processo constante. E não serve para conhecê-la por completo, mas para compreendê-la. A maravilha de aprender coisas com outra pessoa sem aquele compromisso de TER que aprender, você simplesmente vai aprendendo - e ensinando - sem obrigação nenhuma.

E este é o terceiro período da minha faculdade do auto conhecimento . . . 

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