quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Vamos falar de coisa boa!


E não é da TekPix. Vamos falar de pessoas!!
Eu, particularmente, gosto muito das pessoas, certo que tem algumas que eu preferiria ver explodindo, mas vamos lá. Eu acho muito interessante ver as pessoas na rua ou em qualquer lugar, porque elas são tão bonitas e diferentes. Cada pessoa demonstra a sua beleza de um jeito, o que me fazs gostar ainda mais das pessoas. Sem contar na personalidade que cada uma tem, tão diferentes.
Às vezes me pego pensando nas pessoas que conheço, sem caracterizar por amigos, familia, etc. Mas sim pessoas. Fico lembrando das conversar que tive com elas e o que elas tem em mente para o futuro. Cada pessoa é um livro diferente e pra ler este livro só conversando.
Às vezes eu paro e fico olhando para pessoas desconhecidas só observando de longe. É impressionante. Até as pessoas falsas e invejosas tem um certo charme especial, mas continuo achando que elas poderiam mostrar esse charme no inferno...
Não há coisa melhor que uma boa conversa com outra pessoa - eu converso com meu cachorro e com plantas - ao ar livre. Uma conversa alivia a nossa mente.
Pois é, as pessoas são muito especiais para mim. E logo agora que eu deixei de ser robô e meu coração voltou a bater e não mais ser um chip de celular.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

A inveja também canta...

... e a música é totalmente desafinada.

Incrível você se deparar com outro ser humano que tem uma vontade tão grande de tirar de você algo que não pertence a ele. Eles tem olhos verdes enormes que atiram raios invejosos e sempre estão cantando na tentativa de hipnotizar um inocente e tomar tudo o que não é seu. Monstros, não há outra denominação para essas criaturas. Monstros que podem se passar por amigos, colegas de trabalho ou parceiros de negócios.
Certo, depois de um tempo você começa a ouvir a música direito e percebe onde ela desafina. Percebe que a música faz com que você fique pensando que tem algo errado, algo que está desequilibrando e todas as evidências apontam para o monstro. Ele fala de você para outros de forma vil, fica pensando que faria coisas melhor com o que é seu, e o olhar, o olhar emana uma fumaça verde que precede o raio da inveja.
Como destruir o mostro?
Bom, primeiro é preciso demonstrar que não sabe da existência do monster. Depois você começa a se afastar aos poucos, porque você não quer uma monstruosidade perto de você acabando com todos os seus planos. Então você estará livre de ficar ouvindo uma música desafinada perto de você.
E para saber quem é o mosntro, escute a música direito que você vai saber.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Terapiaterapiaterapia


É!!! Percebi esses dias que minha mente é um hospital psiquiátrico para um monte de "Eus". Não sei se vocês vão conseguir compreender, mas desde que matei meus amigos imaginários eu venho pensando de mais em tudo. Quando eu os tinha eu podia conversar com eles e coisa e tal, mas agora eu só posso conversar comigo mesmo...

O que fazer da vida eu já deixei pra lá, vou apenas viver esse jogo da vida. Mas eu não consigo apenas viver e pronto, eu tenho que pensar que o futuro tem que ser alguma coisa interessante. Viver sem esperar por nada eu não consigo...

Vou contar uma coisa muito estranha que eu pensava que era comum para todas as pessoas da terra e descobri que não é: Eu não sou o mesmo todo dia, não que eu mude o meu caráter ou minha índole, não é isso, nenhum humano percebe a diferença, só eu. Ou alguém que se pareça comigo, que não seja trouxa. [entenderam essa jogada? ;)]

Então eu começo o dia com uma felicidade tremenda, depois isso vai minguando e se transformando numa melancolia da mesmice do dia-a-dia até chegar numa tristeza fria e congelante. Depois começam as indagações sobre a vida, o universo e tudo mais. É aí que eu monto o meu consultório mental, coloco todos de mim numa enorme e redonda mesa e começamos o debate. Tudo dentro da minha cabeça. Quando percebo estou no modo de espera para o mundo real. 2 minutos, 5 ou 10 minutos. Não sei quanto tempo passa, só sei que é assim.
Haha, e eu pensava que isso era normal pra todo mundo. Disseram-me que não, que não é. O que me faz sentir que sou tão especial. Essa especialidade não é das melhores, se vocês querem saber...

Então, qualquer coisa a gente se vê no meu consultório.