sábado, 31 de dezembro de 2011

Finish


O que começou como uma maravilha para a sociedade, as experiências com humanos só fizeram transformar metade da população em Zombies. Meu estágio do contágio é avançado agora e não tenho mais esperança de meu antídoto fazer efeito. Tudo está morrendo e a esperança para mim não existe mais, mas para o resto que ainda luta sim. Aqui em cima do prédio eu tive muito material da casa de máquinas, com eles eu produzi uma bazuca potente, acho que quando eu acertar o chão com ela, tudo vai pelos ares, até eu. ¬¬. É o sacrifício que vou fazer.
Espero que essa invasão acabe e que as pessoas voltem a viver como gente de novo. Que não sejam tão hipócritas, injustas e invejosas. Que saibam amar enquanto podem... Bom, pra mim já era.

Apertei o botão que aciona a bazuca. milhares de zumbis esperam pelo projetil lá em baixo. O projetil atinge o chão e tudo treme. O fogo vem subindo como uma onde vinda do mar. Minha pele começa a derreter no instante que o projetil atingiu o chão e disseminou a imensa horda de Zombies que havia lá. Espero que isso dê uma vantagem para os que continuam no jogo. Adeus!

sábado, 24 de dezembro de 2011

E a canção surge...

Não sei mais o que fazer, a infecção tomou conta de mim e a transformação parece inevitável. Meu antídoto me segurou vivo até agora, mas não sei até quando vou suportar. Sinto frio todo o tempo e escuto coisas que não são reais...
Ando escutando uma canção tão serena e calma que me faz ter esperança de que depois disso tudo algo de bom me espera, espera por todos nós. Não consigo distinguir a canção e isso não importa, a única coisa que importa é que ela me deixa tranquilo.
Consigo ver alguns zombies daqui de cima, estou no topo de um prédio. Os bichos andam e tropeçam lá em baixo enquanto escuto a música dentro da minha cabeça.
Espero poder entrar em contato novamente antes que isso tudo vá para os ares e torço para que a canção que soa dentro da minha mente possa ser útil para uma possível salvação.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Um Zombie me mordeu :(


É... Em uma das minhas saidas pela cidade citiada por zombies eu fui mordido, e logo na cabeça. Por incrível que pareça vocês acreditam que não dói? O pior talvez esteja sendo isso, eu estou me transformando em um Zombie, mas não estou sentindo nenhuma dor. Em compensasão a minha mente está se deteriorando rapidamente. Acho que a transformação gera esta doença, uma doença que não é perceptível à primeira vista e ao se olhar para o corpo da pessoa, neste caso, eu. Mas, eu percebo que quando as pessoas que ainda não são zumbis conversam comigo e olham dentro dos meus olhos elas enxergam o vazio. E, da mesma forma, eu vejo o mundo vazio... sem graça... sem cor.
Dentres as coisas desagradáveis da transformação, uma das piores é você ter uma certeza quase que absoluta que tudo vai acabar em algumas horas. O perigo mora aí.
Bom, eu criei um antídoto que estou tomando para tentar retardar o efeito da transformção e, quem sabe, voltar a ser um caçador de Zombies. Eu queria terminar o ano forte e ter uma lista com inúmeras vitórias contra os mortos-vivos e, vejam só, eu acabo me transformando em um deles...
O antídoto tem alguns efeitos colaterais: um tal de esquecimento repentino das coisas, momentos de apagão da realidade que você não sabe quanto tempo ficou "fora do ar", enjôos, tonteiras, tremores, etc.
Não quero que ninguém seja mordido por um zombie... Tomem cuidado! Sempre estejam com a bazuca de vocês e se eu virar um zombie, pois ainda tenho esperança e uma boa quantidade de força de vontade para reverter minha situação, mas, se eu virar um Zombie, atirem em minha com uma bazooka!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Ela não leva desaforo pra casa

Amandinha era uma menina destemida e que não levava desaforo pra casa. Na hora do intervalo, na faculdade, conversava com um amigo e falava, indignada, da candidatura de uma colega de curso para o cargo de presidente de formatura:
__ Eu não acredito que a vagabunda da Sibele vai se candidatar! Ela é muito inexperiente. Uma cachorra, baixa e metida.
__ Ela só quer fazer isso por modinha. __ Disse o amigo para incrementar a discussão.
__ Essa vadia vai acabar destruindo a formatura. Desgraçada do caralho!
__ Calma, Amandinha. A Sibele pode ouvir.
__ Eu não tenho medo daquela piranha do rabo amassado. Prostituta sem cabaço e da cabeça de cacete.
__ Ela tá aí atrás de você. __ Disse o amigo se levantando.
Amandinha não teve tempo de se levantar, pois Sibele estava no ar com os dois pés que atingiram Amandinha na face. As cadeiras e mesas foram jogadas para os lados e a galera cercou as duas para que nenhuma fugisse da briga.
__ Cacete é o que você vai levar agora, cachorra! __ Bradou Sibele.
A luta continuou com muito sangue.

...

Ao chegar em casa toda arranhada e sangrando, Amandinha foi recebida pela mãe.
__ O que porra foi isso, hein Amandinha?
__ Eu peguei uma briga. __ Disse Amandinha chorando.
__ Você já sabe o que acontece quando vem "apanhada" pra casa, né?
__ Eu apanhei, mas quem ganhou a briga fui eu. __ Disse Amandinha limpando as lágrimas.
__ PROVE! __ Gritou a mãe dela.
Amandinha rapidamente abre a mochila que trazia nas costas e de dentro tira a cabeça de Sibele. O rosto estava completamente arranhado, as orelhas tinham sido comidas até a metade. Os olhos não existiam mais e em vários pontos de sua cabeça não havia mais cabelo.
__ Tá bom, minha querida. Vá repousar então. __ Disse a mãe de Amandinha e fechou a porta depois que entrou em casa.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Z o M b I e S


Eu não acredito que está acontecendo!!! Eu não consigo acreditar!! Agora mesmo acabou de ter um apagão da boba serena aqui na minha cidade. Eu estava em casa e o silêncio era total. Minha família não estava em casa e o silêncio era absoluto, como a Stephany. Fui para a porta de casa ver se o apagão foi geral ou só na minha rua. É, o apagão tinha sido geral, só a luz da lua iluminava um pouco. Algumas pessoas corriam na avenida, mas estavam cambaleando, achei estranho, mas não dei importância, cada um tem o seu jeito peculiar de correr, não é mesmo? Vi uma pessoa se aproximando de mim na escuridão, parecia ser meu vizinho. Soltava alguns sons estranhos, achei que estava bêbado, mas não! NÃO!!!! ELE NÃO ESTAVA BÊBADOOOOOO!!! OMG!!!
__ Boa noite, vizinho. __ Falei cordialmente.
__ AAArrrrggghhhh. __ Ele respondeu se aproximando de mim cambaleando. __ Cééérebroooo.
__ Tá doido, caceta? __ Falei o empurrando.
Ele caiu no chão e logo começava a se levantar. Eu o ajudei a ficar de pé.
__ O que porra você tem? __ Perguntei.
Novamente ele veio com uns sons estranhos e depois falou Céééérebroooo.
Peguei meu celular lanterninha e "alumiei" a cara dele com a lanterna.
NÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!! Foi a coisa mais repugnante que eu vi na minha vida toooooddaaaaaa!!!
O rosto dele estava todo carcomido. Faltava um olho e a boca estava sem os lábios só mostrando os dentes sujos de sangue. E a pele estava cinza. Ele estava MORTOOO!! ELE ERA UM ZOMBIE!!! Parei estarrecido enquanto ele vinha na minha direção tentando comer meu cérebro. O empurrei de novo e corri pra dentro de casa. Vim para o computador. E estou passando a informação do que está acontecendo. A PORRA DA INVASÃO ZOMBIE COMEÇOU!! CORRAM PARA AS COLINAS!


Continua...

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A minha vez

Estávamos meu amigo e eu querendo atravessar a rua. Uma rua bem movimentada que fica próximo à minha casa. Nós esperamos, esperamos e esperamos. Quando vi que dava pra passar, corri. Meu amigo tentou correr e logo um carro acelerou e quase passa por cima dele. Fiquei rindo enquanto chegávamos até a calçada, onde uma mulher olhava indignada.
__ Esta rua é um desrespeito com os pedestres. __ Disse a mulher.
__ É sim. __ Respondi.
__ É. __ Disse meu amigo.
Enquanto começávamos a andar pra casa, a mulher disse "Agora é a minha vez" e começou a correr para atravessar a rua.
Foram exatamente apenas dois passos. Ele dera dois passos para a morte quando dois carros em alta velocidade passaram.
Ainda consegui ouvir o início de um grito desesperado, mas o grito foi abafado. O esquesito foi que pareceu que os dois carros tentaram acertar a mulher ao mesmo tempo. Os carros não pararam e a mulher... Bom, a mulher não conseguiu atravessar a rua, pelo menos não a mulher inteira.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Dia das Crianças


Mais um post temático depois de tanto tempo sem postar... E isso já reflete que minha infância foi embora há um certo tempo :(. Não posto com tanta frequência porque tem estudo e trabalho envolvidos. Não tenho tempo para assistir meus desenhos preferidos, na verdade, nem sei quais os desenhos que ainda estão passando na TV.
Eu nunca me imaginei dizendo "No meu tempo...", mas agora parece que chegou a hora. No meu tempo, as crianças não tinham celular, não passavam todo o tempo na internet (eu só ia pra internet de madrugada e escondido porque a net era discada), não iam para festas caras e bebiam e fumavam, fumavam escondidos uma vez e começavam a tossir, não queriam ser adultos e conversar sobre coisas que não entendem, só queriam brincar e aproveitar o tempo que tinha pra se divertir.
Hoje, depois que a minha infância passou, e a de muitos também, só temos tempo para estudar e trabalhar e cuidar de problemas da casa e dos filhos e sobrinhos. Só pensamos em dinheiro, em como vamos passar o mês seguinte se o dinheiro não sair, no estágio da faculdade e nos trabalhos e provas que temos para fazer e não vai dar tempo porque é coisa de mais...
Então hoje, no dia das crianças, vamos celebrar o nosso tempo, o tempo de todo mundo, porque precisamos recordar que tivemos uma folga adiantada: a infância. E esperar que as crianças de hoje estejam aproveitando a delas do jeito que for melhor, se estiverem felizes, então tá massa.

domingo, 28 de agosto de 2011

Selva da Sedução Nº 3




Nas minhas andanças eu gosto de parar e observar as pessoas. Desta vez eu tive um apanhado de informações de como as pessoas estão tratando seus amados e amadas e, às vezes, nem tanto assim.


Percebi que muitas pessoas dizem: "O segredo é ignorar e esperar ele/ela correr atrás". Ou então: "Se quiser que me procure". Dentre outras coisas. É triste de mais saber e ver que as pessoas estão se tratando só como uma piroca e uma xota [desculpem]. Meu coração de robô [?] tem ficado mais emotivo ultimamente. E eu não sei se é bom ou ruim. O que eu sei é que com essa cachorrada de um querer que o outro venha atrás, de tá fazendo charminho e querendo que os outros se humilhem para, no máximo, conseguir uma foda ¬¬ ninguém vai chegar a lugar nenhum. Eu já vi gente se agarrando como se fossem animais brigando [kkkkkk], nem vou falar muito disso porque...


O que importa é que tem muita gente egoísta por aí. E estas pessoas não enxergam que o tempo está passando e no futuro elas vão olhar pra trás e perceber que não viveram um amor sincero porque estavam muito ocupadas fazendo charme e se achando mais importante do que todo mundo.


Infelizmente assim o mundo segue... E eu sei bem que segue. No final eu vejo que é uma selva mesmo, onde alguns seres humanos, alguns robôs e alguns bichos se misturam tentando saciar a vontade de fazer sexo e, o mínimo de pessoas que procuram matar a vontade do coração, a vontade de amar. [UhuuuU! Esse final foi foda!! Final de filme!! heuheuehuehueheuh]

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Falando com as paredes

Vocês já sentiram vontade de falar com as paredes do seu quarto? Que estranho... Ontem a noite eu tive essa vontade peculiar de começar a dialogar com as paredes do meu quarto. Eu estava sem sono. Quando eu fico sem sono eu fico com vontade de conversar, e como não tinha ninguém pra conversar eu tive vontade de conversar com as paredes ¬¬. Estou começando a ficar preocupado.
Antes eu conversava com o Harry Potter, o meu cachorro. Mas agora que a fêmea dele teve filhotinhos [e eu fiquei com um] ele tem que cuidar do Percy Jackson, o filhote do Harry Potter. Às vezes eu ainda converso com eles dois, mas não é aquela filosofia tão profunda como era antes...

Tinha que falar isso pra alguém... :(

domingo, 7 de agosto de 2011

Os 7 talhos da vergonha

E lá vamos nós mais uma vez na jornada da construção da nave... Desta vez estou aqui para relatar minha experiência com os 7 talhos da vergonha. Aprendi esta técnica com a Srta. Elizabeth que aprendeu com seu mestra shaolin da China onde a mesma treinou para se tornar uma das melhores guerreiras contra os não-mencionáveis (zumbis). Ela diz que quando você passa por alguma situação embaraçosa onde você agiu errado ou coisa e tal e você precisa de uma punição para o seu corpo e a sua alma, você mesmo terá que administrar no seu corpo os 7 talhos da vergonha com a adaga da justiça. Se quiser causar mais drama ainda, você pede para que a pessoa a quem você foi injusto (a) venha e pise no seu sangue. Os talhos vão cicatrizando, mas sempre que você passar por outra situação semelhante, você deve reabrí-los u.u



Eu sempre tenho que usar os 7 talhos da vergonha porque meu nobre e puro coração faz com que eu me arrependa de tudo o que eu faço ¬¬.


P.S. - Claro que eu faço tudo mentalmente porque eu não sou bobo nem nada e também não quero tá andando na rua todo cortado, não é verdade? [Se bem que mesmo mentalmente, eles doem na alma. VEM GENTE!]

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Construindo uma nave espacial


É isso mesmo! Estou construindo minha própria nave espacial interplanetária para poder ir para Seráfia!! Tem um tempo que comecei a construí-la, mas agora estou mais aplicado na tarefa.
Sei que em Seráfia tem muitos marcianos [estou estudando o planeta, seus habitantes e hábitos], também comecei a estudar o idioma de lá. Não sei quanto tempo vai demorar para eu construir a nave porque preciso de muitos materiais que são difíceis de encontrar aqui na terra. Estou passando por poucas e boas nessa jornada de construção ¬¬. Tenho que suportar muita coisa que está tirando a minha sanidade. Mas com o material que sobra eu também estou construindo minha bazooka, para antes que eu decole para Seráfia e destrua os zombies que infestam a terra e, principalmente, tiram minha sanidade...
Também estou colocando marcas codificadas no meu corpo para um reconhecimento mais imediato com os marcianos, andróides e etc.
Não pensem que está sendo fácil. Tenho tantos obstáculos no caminho. É parecido com um jogo de vídeo game. Tem que se passar de nível, ganhar armas novas, novas habilidades e aliados - o mais difícil, mas não impossível.

Bom, então é isso. Vou tornar essa viagem realidade logo logo. O mais difícil, que foi começar a construir a nave, eu já comecei. Agora vou até o fim. Afinal, a vida não teria graça se eu ficasse parado em um canto esperando o tempo passar [foi o que me disseram...]

sábado, 16 de julho de 2011

Sucker Punch

Quem honra aqueles que amamos com a vida que levamos?
Quem manda monstros para nos matar e, ao mesmo tempo, diz que nunca vamos morrer?
Quem nos ensina o que é autêntico e a rir das mentiras?
Quem decide por que vivemos e o que morreremos defendendo?
Quem nos acorrenta?
E quem guarda a chave que pode nos libertar?
É você.
Tem todas as armas de que precisa.
Agora lute.


sábado, 9 de julho de 2011

Hoje todo o mal verá a luz

Bom... vamos comentar o resultado da enquete.


Das opções que foram colocadas, a que dizia "Confuso :s" foi a mais votada com 43% dos votos. Fico satisfeito com este resultado porque eu me sinto confuso todo o tempo e ontem me senti como se eu fosse outra pessoa, minha mente parou de funcionar e meu corpo ficou dormente ¬¬ Já não tenho problemas suficientes com minha variação de humor [que quando falavam isso de outras pessoas eu achava que era frescura]? Eu estava tomando isso pra passar a variação -> Depakote. É um estabilizador de humor. Eu estava tomando outros para outros "probleminhas", mas como um dos efeitos colaterais, minha libido diminuiu consideravelmente, aí eu parei de tomar... Acho que vou voltar a tomar porque agora minha libido tá que nem um caminhão sem freio e eu estou com medo ¬¬
A segunda opção mais votada foi "Eu não sinto nada...", com 27%. Tem horas que eu também não sinto nada. na hora da transição do meu Eu de agora para o outro Eu de ontem eu não senti nada. Foi como se eu tivesse entrado num vazio frio. Na hora eu poderia morrer que eu não estava nem ligando.
A terceira mais votada foi "Muito triste :-(", com 19%. Bom, ultimamente tenho ficado triste pelos mais diversos motivos, desde um derramamento de terra que mata dezenas de pessoas até alguma outra coisa que eu não consigo explicar. Ela, a tristeza, vem e me assola. Toma conta de mim e eu me isolo. Perco as contas de quantas vezes eu fico triste no mesmo dia. No fundo eu sei que o momento de tristeza vai passar, às vezes demora, às vezes são só minutos. mas no momento em que estou triste parece que nunca vai passar...
"So Happy! :D" foi a quarta mais votada com 4%. Sim, eu também fico feliz. Do mesmo jeito que a tristeza vem e me pega de jeito a felicidade também tem sua cota de participação na minha vida alienígena. Eu fico feliz por motivos variados, desde quando passo numa prova até quando vejo um amigo meu consguindo algo que queria. Na hora em que estou feliz eu sei que vai passar e que pode demorar ou não. É um inferno na minha cabeça saber disso...
Com 3% ficou a opção "Outro". Quando eu não estou triste nem feliz eu posso estar eufórico [são reais momentos de loucura e crises de riso sem controle - são os momentos que mais gosto], pensativo, grog, etc.
E por último, com 1% dos votos, ficou "Normal, sempre." Não sei comemtar essa opção... Mas acho que sei que um dia talvez tenha tido uma ideia mais ou menos clar do que seja ser normal. [ou não]

Só agora vendo as opção da enquante é que eu vi que passo por todas elas e mais algumas durante o dia. Gostaria de saber se as outras pessoas tem essa variação de sentimentos tão constante durante o dia. Às vezes o que eu mais quero é me manter de um jeito só por mais de um dia e não ficar transitando da morte à vida o dia inteiro. Infelizmente o momento que eu conseguia ficar sem pensar em nada e descansar de verdade era quando eu tomava um comprimido e dormia sem sonhar ¬¬. É né, mas fazer o quê...

O título do post foi Hoje todo o mal verá a luz porque... eu não sei.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Brogodó ou Seráfia?

Tá certo que eu nasci e cresci em Brogodó. Estudei, sempre gostei de estudar por aqui. Todos os meus amigos são daqui e eu gosto tanto deles. Mas as coisas estão começando a ficar complicadas por aqui, não que essas complicações sejam ruins [esquisito isso, né?]. É o seguinte, aqui em Brogodó eu estudo, trabalho e estudo mais. A vida é dura, meu filho, e eu só estou percebendo agora que "estou começando a andar com minhas próprias pernas". É estudar e trabalhar o dia todo. Agora tá acontecendo alguma coisa com o meu corpo, porque tem várias luas que eu não consigo dormir direito... Desconfio de práticas de feitiçaria. Não dá tempo mais de se divertir, de ler ao menos um livro, nem um momentinho em outro mundo...
Por isso que eu quero ir pra Seráfia! Em Seráfia as coisas são diferentes... [Ou não].

domingo, 24 de abril de 2011

O que fazer da vida? Vol. II [4 anos depois]

Tive uma surpresa quando fui ver o post que eu tinha escrito em 2007 sobre o que fazer da vida e vi vários comentários e depoismentos de um monte de gente que tava na mesma situação que eu. Hoje, 4 anos depois eu resolvo colcoar aqui as mudanças que ocorreram...

Na verdade não mudou nada na questão de se saber o que fazer da vida... Eu fiz quatro cursos superiores [Letras, Terapia Ocupacional, Jornalismo e Administração], não terminei nenhum e agora estou cursando Arquitetura e Urbanismo, não sei se é o que eu quero... Estou no 6° período [são 10] e já pensei em desistir várias vezes para fazer outro curso [Educação Física]. Para algumas pessoas isso é algo incrível [¬¬], para mim isso é pancada no meu cérebro, o que me deixa mais alucinado. Não tenho perspectiva do amanhã, se é que vocês me entendem...

Gostaria de dizer que nesse tempo eu consegui focar em algo, mas não. Já tentei aprender a tocar violão, gaita, guitarra, flauta, bateria e agora estou tentando aprender a tocar violino. [Até quando, né?] Minha inconstância acaba comigo de vez em quando. O redemoinho de sentimentos passa pela minha mente e toma forma no meu corpo e nas minhas ações por segundos, às vezes horas e até dias... E eu fico como no meio dessa bagunça na minha cabeça? Fico a mercê de mim mesmo? Loucura... Isso me deprime, mas ninguém sabe, porque ninguém consegue ver dentro da minha cabeça. Acho que se conseguissem, ficariam insanos, like me. Se o meu problema fosse uma perna ou um braço quebrado, seria tão mais simples, porque eu saberia que ia passar...

Eu tinha meus amigos imaginários, mas disseram que eles me faziam mal [e eu achava que não] então eu os matei... Agora estou só.

Estou mais certo de que sou um robô. Não consigo nutrir um sentimento chamado de amor. Acho que já comecei a sentir uma fagulha do que ele poderia ser, mas passou tão rápido quanto apareceu. Bom, sobre isso não tenho muito o que falar já que não sei tanto sobre o assunto. Na verdade eu não sei tanto sobre nada... [tudo bem que isso é uma fase, mas eu já tenho uma certa experiência com ela, porque ela vem e vai com uma certa frequência, já estou me acostumando, ou não...]

Sabe o que eu faço quando não sei o que fazer da vida? Eu escrevo histórias... Acho mais fácil criar personagens que tem um futuro certo [se bem que os meus sempre tem um futuro sombrio pela frente]. Tenho alguns prontos e pronto... Faço planos para o futuro, mas esses planos sempre mudam. Já pensei besteira... = - ( Eu disse, no antigo post, que a loucura vem devagar pra tomar um cafezinho e depois tá morando com você... Ela está morando comigo já.

E depois de tudo isso eu ainda tenho esperança de conseguir fazer alguma coisa que me agreda na vida. De que no futuro eu possa passar um dia inteiro do mesmo jeito, sem oscilar tanto...

Sou um babaca mesmo. Um robô babaca, bipolar e depressivo... Pronto, falei!

@ -> Não venham me culpar se amanhã eu acordar rindo feito um maluco e ignorar tudo que eu escrevi aqui hoje, sou um robô, mas continuo sendo tão falho quanto um humano... desculpem.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

I'm alive

Sim. Estou vivo. Mas, ultimamente, tenho me sentido como um robô... Até para escrever tá complicado.
Descobri que meu coração é um chip de celular e meu cérebro um disco rígido... às vezes tenhos umas imagens na minha mente [disco rígido] que me fazem pensar ser outra pessoa, ou outro robô. Acho que peguei um vírus.
Passo o tempo observando seres humanos pela rua e numa dessas observações um deles tentou me roubar. Ele chegou e disse:
__Mano, tu tem um real pra "mim" dá?
__ Tenho não __ Respondi automaticamente.
__ A tua casa é perto daqui pra tu "mim" dá água? __ Ele perguntou já se alterando.
__ Não, é lá em cima. __ Respondi.
__ Óia, bixo, quando chegar ali na esquina tu vai "mim" passar o aparelho celular. E se tu gritar ou entrar em alguma loja eu te encho de bala.
__ E é? __ Perguntei. Não senti nada na hora. Tirei meu celular e comecei a digitar números.
__ Pra quem tu tá ligano, bixo? __ Disse o ser humano já começando a correr.

Eu não estava ligando pra ninguém. Isso aconteceu 11 horas da manhã. O ser humano estava visivelmente dorgado. E depois eu senti vontade de matá-lo.
E eu sei que tem algo realmente muito estranho comigo para que eu esteja pensando que sou um robozinho, mas por enquanto tá tão legal. É como se eu estivesse postando isso da minha mente [disco rígido]...
O problema para um robô, assim como para um zumbi [vejo muitos zumbis], é que nós não sabemos manisfestar nossos sentimentos. Aí vem a pergunta: E desde quando um zumbi ou um robô tem sentimentos? Bom, eu não sei, ora. Tá bom... Tchau...

sexta-feira, 11 de março de 2011

O Portal Part. III

Eles viram a criatura sair do buraco. Gritaram, mas não correram. Não conseguiam correr.
Parecia um homem, mas sua pele era comletamente chamuscada e cheia de bolhas como se ele tivesse acabado de sair do fogo. Seu rosto era uma mistura de carne, não havia face, só uma grande porção de pele desgrenhada. Na cabeça em vez de cabelos, galhos e pedaços de folhas negras. As mãos eram patas de alguma animal, assim como os pés. Uma calda se prolongava em carne viva.
__ Vocês acham que tem escapatória? __ Perguntou o monstro. Sua voz ecoava em suas mentes.
__ O que é você? __ perguntou o rapaz depois de certo tempo.
__ Você acha que o inferno vai suportar tanta gente? __ Disse a criatura ignorando a pergunta do rapaz.
__ Vamos embora daqui. __ Sussurrou a moça.
Os dois começaram a se afastar. o mosntro continuava parado e mesmo sem ter olhos, eles sabiam que ele os estava observando.
__ O mundo em que vocês vivem acabou. __ Disse o monstro. __ E logo vocês vão conhecer a fúria da terra.
Dezenas de criaturas saíram do buraco iluminado e voaram para o céu. Não conseguiram identificar o que eram, mas o grunhido que soltavam sugeria que não eram deste mundo. Gritos de agonia acompanhavam as criaturas de dentro do buraco.
__ Eu não vou conseguir suportar por muito tempo... __ Disse a moça.
__ Você vai conseguir, meu amor. Eu estou aqui com você. __ Disse o rapaz.
A moça estava muito pálida e o sangue começava a dimunir.
__ Isso é um manifesto. __ Disse a criatura em suas mentes. __ Um manifesto final para acabar com esta raça que destrói tudo o que vê. malditos sejam vocês, humanos. __ Deu mais alguns passos.
__ Você não vai tocar nela! __ Gritou o rapaz e se colocou a frente da moça.
__ Ela já morreu desde quando foi mordida, seu tolo.
__ EU vou salvá-la! E se for preciso eu enfrento você e todos os outros monstros...
__ Temos aqui um humano diferente... __ Sorriu a criatura. __ Logo vocês perceberão que a morte não é tão ruim quanto parece.
O monstro abriu os braços e começou a mudar de forma.

domingo, 6 de março de 2011

Vamos estudar?

__ Pessoal, vamos estudar hoje lá em casa? __ Perguntei para os meus amigos da escola.
Eles aceitaram a proposta. E logo iriam se arrepender de terem aceitado. Fazia tempo que queria pregar uma peça nos meus amigos, não havia motivo para isso, mas mesmo assim eu queria.
Então os malditos foram para minha casa. o meu quarto era suíte e a surpresa tava dentro do banheiro, que deixei com a porta aberta.
__ Podem entrar aí no quarto que eu venho já. __ Eu disse e eles entraram.
Tranquei a porta do quarto pelo lado de fora.
__Ei, o que você está fazendo? __ Perguntaram com os cadernos na mão.
__Olhem dentro do banheiro. __ mandei
Só ouvi quando meus dois cachorros pitbull saíram do banheiro famintos e começaram a atacar meus amáveis amigos. A gritaria foi tão grande que me deu crise de riro. Rsrsrsrsrsrs. Depois tive que limpar todo o meu quarto sujo de sangue, mas pelo menos meus cachorros estavam bem alimentados.

Isso é um canto em primeira pessoa, pessoal. Para que não pensem que eu fiz isso com meus amigos. Nunca que eu faria isso... =)

sábado, 5 de fevereiro de 2011

O Portal Part. II

Eles correm o quanto puderam sem saber o que estava acontecendo na verdade. O cemitério estava cheio de zumbis. Os mortos andavam de um lado para o outro em busca de carne.
O rapaz, depois de um longo tempo correndo com a moça, parou e reparou no ferimento no pescoço dela. O sangue escorria em espirros violentos e a moça já estava pálida.
__ Acho que eu não vou conseguir. __ Disse a moça.
__ Nós vamos tentar. Não vou deixar você aqui.
O cenário continuava o mesmo: muito mato e nenhuma casa por perto. Estavam perdidos.
O rapaz viu uma claridade vinda de mais adiante e levou a moça para lá. o clarão parecia surgir do chão. Um odor forte emanava de lá. Eles se aproximaram mais, a luz forte não permitia ver o diâmetro do buraco no chão, mas era grande. Algo se mexia lá dentro. Um zumbido que crescia e logo quase se tornava insuportável.
__ Me tira daqui. __ Disse a moça assustada.
O rapaz fez o que a moça disse. Também não estava gostando nada do que estava acontecendo ali.
Já estavam a alguns metros de distância do buraco quando ouviram uma voz rouca que saía de lá.
__ Aonde pensam que vão?
Eles pararam aterrorizados. Ao se virarem viram uma mão saindo do buraco com unhas enormes...

domingo, 16 de janeiro de 2011

O PortaL Part. 1

Dois jovens, um rapaz e uma moça, vinham correndo no meio da noite por uma rua de barro rodeada por mato. Nenhuma casa, nenhum carro. Os dois havima se perdido depois de descerem do carro para procurar uma casa próximo da rodovia. Estavam há mais de uma hora dando voltas em algo que parecia ser um bosque abandonado.
__ O que é aquilo? __ Perguntou o rapaz apontando para um muro branco que els não tinham notado antes.
__ Parece ser o muro de uma casa. __ Disse a moça. __ Vamos lá, pode ter alguém em casa.
À medida que se aproximavam o muro crescia. A casa deveria ser enorme. Tinha um poste velho que iluminava, não muito bem, o que poderia ser a frente da casa. Algo passou cambaleando para fora.
__ Tem gente lá. __ Disse a moça com esperança. __ Vamos!
Correram.
Um grande portão de ferro estava escancarado e mostrava algo que eles não imaginavam: um cemitério. E o mais estranho, pessoas andando de um lado para o outro.
__ EI! __ Gritou a moça.
__ Não! __ Disse o rapaz totalmente em pânico.
__ O que foi? __ Ela disse se virando para ele. __ Nós temos que sair daqui logo, temos um casamento para ir, esqueceu?
O rapaz ficou pálido e a puxou, mas ela o empurrou e foi em direção à pessoa mais próxima, uma mulher que estava de costas. Vestia um vestido sujo de terra e tinha os cabelos ralos.
__ Senhora? __ Disse a moça segurando no ombro da mulher.
A senhora se virou mostrando um rosto se olhos e com dentes sujos de sangue. A moça não conseguiu correr, ficou paralisada de pavor enquanto a senhora dilacerava seu pescoço. A moça se viu livre quando o rapaz jogou a senhora para o lado.
Correram...

domingo, 9 de janeiro de 2011

Cachaça, Carai!

Resolvi começar este ano de extermínio com novas e boas condutas! Vou explicar a verdade nua, crua & Destilada:
Eu era um bêbado que vivia dorgado... infelizmente é a verdade... ERA a verdade!! Começo este ano sem beber e espero passar o maior tempo possível. Tem pessoas (tipo eu) que quando bebem parecem virar outras pessoas. Algo toma o controle. Espíritos? Safadeza? Uma personalidade escondida? Não se explicar, o que sei é que quando eu bebia eu ficava muito lôKo, perdia as estribeiras e o controle da minha pessoa e do meu precioso corpinho [¬¬]. Pense assim, um cão sem dono que perde o pudor e tenta atacar quem chega perto. Um prostituto. Uma caipora (pois junto com a bebida vinha o cigarro).


Pensei, repensei, lembrei de quando eu acordava sem lembrar de nada [FaiL], lembrei de quando eu vomitava até parecer que minhas costelas iam se quebrar e, PRINCIPALMENTE, da ressaca moral, da depressão pós-balada. Isso era o pior, você se sentir um lixo por não saber o que fez, ou por saber que fez uma coisa que não tinha vontade de fazer quando estava sóbrio. [TensO]
Por essas e outras eu decidi parar de beber. Já pensou eu bêbado para enfrentar um monte de zumbis sedentos por carne humana? E logo a minha preciosa carne humana que eu usava para fornicar [mas isto é assunto para um outro post, tenho que tomar coragem pra falar nessas coisas].

sábado, 1 de janeiro de 2011

Dois MiL e OnzE

Eu corri o mais que pude pra chegar até aqui. Passei por muitas coisas também e nem todas foram boas. Durante todo o percurso eles vinham atrás de mim lenta e mortalmente. Eram quase incontáveis, mas eu sabia a quantidade exata de mortos: 2011.
Quando os mortos voltaram à vida e começaram a tentar me matar eu estava na rua desarmado e sem saber o que fazer. Com o tempo descobri como lidar com a situação. O cheiro podre invadiu a cidade e sempre que vejo os rostos putrefatos desses malditos bichos sinto repugnância e vontade de exterminá-los.
Passei um tempo na criação de uma arma que possa destruílos em massa, não posso deixar que esses malditos se propaguem. Uma bazuca. Cansei de vê-los andando de um lado para o outro caindo aos pedaços com o tempo.
O tempo de extermínio começou e eu sei que não estou sozinho...





2010, para mim foi igual a um filme pornô ¬¬ Acho que 2011 vai ser que nem um filme de ação, deve ser mais divertido... Estou voltando a escrever! I'm BacK!