quinta-feira, 8 de abril de 2010

O Jardim das Delícias - Hieronymus Bosch

Ai Delícia, Ai, Ai, delícia...
Assim começamos nossa primeira viagem ao mundo das obras de arte!! Este será um novo marcador para o blog, pois percebi que as pinturas passam tantas informações (e diversões) sobre as coisas que resolvi comentar alguns aqui no meu singelo meio de comunicação que funciona como uma terapia virtual para mim, o meu blog!!!!

Começo com uma ointura de Hieronymus Bosch:
Bosch (1450–1516) chamava-se Hieronymus Van Aken, sendo apelidado Bosch (pela sua povoação Den Bosch ou 's-Hertogenbosch, em Holanda); teve uma vida acomodada, já que se casou com uma mulher endinheirada (Aleyt van Mervende). Apesar de viver como um opulento burguês, estava obsedado com a religião, o pecado e o sexo. Especulou-se muito com respeito das ideias que o pudessem ter inspirado: talvez fosse um visionário, um herege, um obsesso sexual, ou confrade de alguma seita herética; embora tudo pareça indicar que não foi nada disso, senão simplesmente um moralista culto e comprometido eticamente com uma causa, coisa que dificilmente apreciamos em Jan van Eyck, por exemplo.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A pintura ->

Ela é um tríptico, ou seja, está dividida em três partes que remetem ao "movimento do mundo", do início ao fim, pois na asa lateral esquerda mostra o paraíso terreno, no centro o jardim das delícias terrenas (a melhor parte, na minha opinião) e na asa lateral direita, o inferno. O tríptico fechado também tem o seu significado: A terra envolta por um globo de vidro.
Há tantas minúncias que podem ser vistas ao observarmos esta pintura que fica difícil falar de todas elas em um só post. Por hoje deixo aqui a imagem, nos próximos comentarei O tríptico aberto e fechado. É muuuuuito interessante! hehehe. Até lááá!