quarta-feira, 29 de abril de 2009

When the World comes down


Alguém sabe como o mundo vai acabar? Há várias teorias sobre o assunto... No ano de 2000, digo, em 1999, na virada do ano, várias pessoas cometeram suicídio por causa de uma profecia que dizia que o mundo acabaria na virada, no exato momento em que todos chegassem a "0" na contagem regressiva o mundo acabaria(...) e antes que isso acontecesse, as sábias e medrosas pessoas cometeram este ato e o mundo realmente acabou para elas (ou não).
Profecias Maias revelam agora que o mundo acabará em 2012, a teoria é até plausível [na minha humilde opinião], vai sair até filme, mas isso é para outro post. Outras dizem que a besta caneca virá em forma de homem e tal e tal. E várias e várias outras.

Liguei a televisão hoje, depois de muito tempo sem ligá-la, e assisti uns 10 (dez) minutos de jornal. Que infelicidade foi aquilo? Foram 10 (dez) minutos de desgraça no mundo todo. Mortes e mais mortes. E, como venho sempre dizendo, tudo visto com a maior naturalidade [ou nem tanto assim]. Até a Natureza já deve ter se frustrado de mostrar sua ira e nós não deixarmos de agredí-la. Além disso as pessoas [ah! Essas pessoas...] ainda insistem em ser mais egoístas, quando, no final, todos viraremos pó. Se não fossem meus amigos imaginários...

Eu tenho uma teoria também:

"Um meteoro radioativo cairia em cada um dos 5 (cinco) continentes. Todos os seres humanos sofreriam mutações e desenvolveriam super poderes extraordinariamente fantásticos, assim como tudo o que tivesse vida [plantas, animais, insetos, etc]. Estava pronta a guerra! Todos começariam a lutar pelos céus, pelos mares e pela terra. Logo o mundo acabaria."

Seria bem mais legal assim...

Mas está sendo diferente e todo mundo pode perceber isso ao respirar na rua. O mundo está se revoltando com seus moradores e está cometendo suicídio para deixar de ser torturado...


[O filme "O dia em que a terra parou" retrata bem como a vida alienígena percebe o que está acontecendo com o planeta terra, logo, mandam um alienígena para ajudá-la]

Até depois [Se ainda estivermos aqui...]

quinta-feira, 16 de abril de 2009

A Menina e a Preguiça


__ Mãe, eu quero uma preguiça! __ Pediu Gabriela ao passar pelo zoológico e ver o animal pendurado numa árvore a descansar.
__ Gabriela, uma preguiça não é um animal para se criar em casa. __ Disse Ana, sua mãe.
Gabriela ficou alguns segundos em silêncio pensando em como fazer uma bela chantagem para conseguir uma preguiça. Logo em seguida começou o show:
__ EU QUEEEEEEEEEEEEEEEEEEEERO UM PREGUIIIIIIIIIIÇAAAAAAA!! EU PRECISO!! EU VOU MORRER SE EU NÃO TIVER UMA PREGUIÇA PARA DAR CARINHO E AMOR! A MINHA VIDA NÃO VALE NADA! O MEU CORAÇÃO...
__ CHEGA! __ Gritou Ana quando viu que as pessoas da rua se aproximavam para ver o que estava acontecendo. __ Você venceu Gabriela...
A casa de Gabriela era enorme, no jardim havia uma árvore, onde a preguiça iria ficar. Ana fez o possível e o impossível, mas conseguiu (por meios ilícitos) uma preguiça para a filha. A preguiça era grande e tinha suas garras bem afiadas. Assim que os "veterinários" colocaram-na no chão, ela correu para a árvore e nela subiu. Gabriele ficava encantada com os movimentos lentos da preguiça em cima da árvore. Ela se chamaria Chica.
A felicidade acabou quando Gabriela foi brincar com a Chica uma certa manhã. Chica estava na grama do jardim, com seu rosto sempre sorridente, quando Gabriela a pegou de repente e a abraçou, a jogou para cima, girou, etc. Depois a colocou nos braços, ficou cara a cara com a preguiça. A preguiça levantou sua patinha direita lentamente mostrando as garras afiadas e mortais. Gabriela ficava encantada ao ver aquele movimento tão lento. Ao fundo o som do vento tornava toda aquela cena mágica.
Chica agora descia a patinha vagarosamente. As garras ao ar livre fazia um zumbido baixo de lâmina cortando o vento. Gabriela sorria. A patinha descia. Minutos depois de tanta mágica e observação, as garras de Chica perfuram, lentamente, a testinha de Gabriela. A magia parou. Gabriela apertou o corpo da preguiça na intenção de que ela parasse, mas não parou.
__ Solte! __ Pediu Gabriela ao sentir o sangue descer pela face.
Chica agora, depois de cravadas as garras, descia a patinha dilacerando o rostinho de Gabriela.
O grito ecoou pelo jardim, mas só elas duas poderiam ouví-lo, pois Ana havia saído para fazer compras.
O grito perdurava naquele cenário mágico enquanto Chica descia vagarosamente a pata. O sangue escorria, também lentamente. Gabriela caíra para trás com o corpo tremendo em uma leve convulsão. As garras de Chica já alcançava a boca de Gabriela e já conseguia ultrapassar uma parte do crânio. Minutos depois a preguiça voltou para a árvore e se recostou num galho para um bom repouso.

The End.

sábado, 4 de abril de 2009

Um belo ovo de Páscoa!


A mãe preparava com todo o carinho do mundo o chocolate para preparar um belo ovo de páscoa. Já havia comprado os enfeites e tudo mais. Queria fazer uma surpresa para seus três filhos, um pequeno garotinho de 3 anos, uma garotinha de 5 anos e outra de 8.
Fizera tudo, o chocolate, a forma, mas faltava o recheio do ovo. Com a faca na mão, a mãe foi até o quintal da casa e procurou pelo cachorro, o cachorro não estava. Mas por que o cachorro tinha que ter desaparecido logo agora?
O que colocar no recheio? Ela tinha uma idéia tão boa, tão maravilhosa, mas não saberia se seus filhos e marido iriam gostar... Seria uma surpresa bem explosiva, algo que ela jamais tinha feito no ambiente familiar. Foram dias pensando se deveria rechear o ovo com algo tão sério e ao mesmo tempo importante, pois ela queria fazer isso há muito tempo com sua família.
Depois de pensar bastante, quebrou os quatro ovos que tinha feito e jogo-os numa panela ao fogo, derreteu-os e resolveu fazer o que queria. Construiu um enorme ovo da páscoa e como não achara o cachorro, recheara com o que havia pensado. Foi bem difícil elaborar o recheio, foram alguns dias escondida no porão fazendo e refazendo para que nada saísse errado.

O grande dia chegara! A família reunida à mesa e a mãe ainda com um enorme medo do que poderia acontecer depois que abrissem o belo ovo da páscoa. Será que eles gostariam de algo tão bombástico? Tão especial? Ela esperava que eles conseguissem falar depois da surpresa. As noites no porão foram cansativos, muitas vezes ela chorara enquanto preparava aquilo. Chorava porque pensava nos seus filhos, no seu marido, na sua vida tão perfeita e maravilhosa. Esse realmente era o melhor momento para mostrar para sua família o que uma mãe podia fazer numa data tão especial.

A pai se levantou, depois de uma conversa familiar, e foi abrir o embrulho, muito bonito por sinal. Abriu-o devagar para não prejudicar tão bela obra. Mas para a mãe aquilo não importava mais do que o que estava dentro do ovo. A mãe já começava a chorar antes mesmo do ovo totalmente aberto, ele perguntara o que havia de errado, ela disse que era a emoção, ele continuou abrindo. Então abrio por completo e partiu o ovo ao meio.

As crianças ficaram confusas, o pai abriu o grande envelope que havia dentro do ovo com várias páginas escritas á mão e começou a ler o que a mãe havia escrito: Sentimentos escondidos de alegria e amos por sua família que guardara por tanto tempo para relatar numa data tão especial que era a páscoa. O pai chorou de emoção e a braçou a mãe enquanto as crianças se deliciavam com o delicioso chocolate que a mãe fizera com tanto carinho... E o cachorro passara correndo com a revista de recheios na boca.


Fim e Feliz Páscoa!


[A minha vontade era de ter uma bomba mesmo dentro do belo ovo de páscoa, mas não seria justo com a família... Fica para uma próxima. ^^]