domingo, 23 de setembro de 2007

Quando um sorriso mostra mais do que os dentes


É interessante ver como as pessoas sorriem hoje em dia. Uma coisa falsa e sem vida. Um sorriso onde pensam que os outros são dentistas, pois só mostram os dentes...



Quando você recebe um sorriso de verdade você tem vontade dochorar por ver que ainda existem pessoas felizes de verdade. Quando um sorriso é de verdade você sente a felicidade do outro mesmo estando cheio de problemas.


Aí está a diferença de um sorriso mascarado de um sorriso de verdade: é no que você sente quando recebe um.

Quando se recebe um sorriso falso dá vontade de quebrar todos os dentinhos da pessoa na parede...

Observei esses dias uma coisa já obvia: As crianças têm um sorriso verdadeiro, um sorriso que faz esquecer das coisas difíceis do mundo e dos problemas que temos. Infelizmente, quando crescem, elas aprendem por osmose a perder esse, não diria dom, mas virtude, essa virtude que está tão em falta hoje nas pessoas. Só tenho medo de que a consciência coletiva ainda acabe com isso até nas crianças...


quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Aparências

Às vezes se é um lobo em pele de cordeiro... Ou não.




Chega um momento na vida de uma pessoa que ela se cansa de viver para os outros e começa a viver para si.


Chega um momento da vida de uma pessoa que ela percebe que as coisas são mais sérias do que se imagina.


Mentiras acabam e a verdade parece doer, mas é uma dor libertadora, que livra da ingenuidade.
Quando se chega ao limite de suportar tanta mentira, de se ver cercado de tantas máscaras que na verdade querem estereotipar algo que não são, de passar a agir de forma diferente do seu normal para agradar a outros. Quando se chega neste limite você é capaz de olhar para trás e ver o que mudou na sua vida. Ver como foi triste ter deixado de fazer alguma coisa no passado que poderia tê-lo deixado mais feliz hoje.


É como uma dupla-personalidade. Em um ambiente você é comportado e obediente e em outro você é você mesmo. Mas aos poucos isso de viver de aparências vai te corroendo, aí, ao invés de você estar enganando aos outros estará enganando a si mesmo, e quando chegar a esse ponto será difícil voltar e tentar de novo.


Quantas vezes um sorriso não mostra sofrimento? Sempre mostre um sorriso, mesmo na pior situação. Quantas vezes um aperto de mão não é um pedido de ajuda? Seja cordial e cumprimente a todos. Quantas vezes o desespero não se escondeu atrás de um rosto feliz? O mundo é feliz, dizem por aí.


Faça o que você quer, pense no que quiser, vá para qualquer lugar e não se prive de ser feliz por causa de regras da sociedade, pois a única coisa que ela quer é um vasinho bonito para mostrar.
Não quero ser tão pessimista ao ponto de dizer: Oh! Que mundo feio e cruel! Tudo é uma mentira, nada presta... Também não precisa chegar ao extremo, ainda, mas só deixar a aparência de lado e ser quem se é em qualquer lugar que se esteja. Ter caráter e um ideal. Não se deixar levar pelas aparências dos outros, largar a ingenuidade e começar a ter uma postura fixa, a sua idéia é a sua idéia e ela não é nem melhor nem pior que a de ninguém.


Ter caráter para manter seus ideais em qualquer situação e mais ainda ter a humildade de saber quando se está errado. O mundo é um lugar caótico e cada um é que deve saber se ele é um lugar bom ou ruim de viver, e se for ruim, cabe a cada um tentar fazer dele um mundo melhor. (Não sabe como foi difícil pra mim escrever esta última frase...)

domingo, 16 de setembro de 2007

Bipolaridade... Parece que todo mundo tem...


É interessante ver como muitas pessoas querem ser hipocondríacas. Querem ter todas as doenças, como se fosse uma coisa boa ou bonita de estar se falando. Hoje em dia todo mundo é estressado, todo mundo tem depressão, tendência suicida entre outros...



O que acontece é o seguinte: O pessoal lê os sintomas e logo após diz que tem Transtorno Bipolar. Como se fosse uma modinha. Muita gente confunde o TBH (Transtorno Bipolar de Humor) com uma simples mudança de humor, ou quando acorda mal-humorado, ou quando briga com alguém... Coisas do tipo.



A questão é que o nome já diz tudo, isso é um transtorno e é uma doença crônica que precisa de tratamento contínuo, claro, dependendo do grau que você está.
Ele oscila entre a mania e a depressão. A mania, aquele estado de euforia, começa e parece que não vai ter fim, até que se inicia a depressão, quando o mundo parece que vai acabar.


Deve-se procurar um psiquiátra aquele que esteja num grau avançado, pois pode-se viver normalmente com os remédios, o TBH não tem cura...


Muitas pessoas têm muitos amigos, mas estes só as conhecem quando estão no momento de euforia, aquela pessoa extrovertida e divertida que anima toda a galera. Mas não sabem do outro lado da moeda, quando a tristeza bate, nada mais faz sentido e idéias loucas passam pela cabeça.
Há pessoas com uma mudança repentina de humor. Rapidamente passam da mania para a depressão.

"Exemplo de como um paciente se sente:...Ele se sente bem, realmente bem..., na verdade quase invencível. Ele se sente como não tendo limites para suas capacidades e energia. Poderia até passar dias sem dormir. Ele está cheio de idéias, planos, conquistas e se sentiria muito frustrado se a incapacidade dos outros não o deixasse ir além. Ele mal consegue acabar de expressar uma idéia e já está falando de outra numa lista interminável de novos assuntos. Em alguns momentos ele se aborrece para valer, não se intimida com qualquer forma de cerceamento ou ameaça, não reconhece qualquer forma de autoridade ou posição superior a sua. Com a mesma rapidez com que se zanga, esquece o ocorrido negativo como se nunca tivesse acontecido nada. As coisas que antes não o interessava mais lhe causam agora prazer; mesmo as pessoas com quem não tinha bom relacionamento são para ele amistosas e bondosas".


Aí está... Alguém mais se identifica?

sábado, 15 de setembro de 2007

Até que ponto dar importância às coisas?

Isso é difícil.
Às vezes damos tanta importância a alguma coisa e no final não conseguimos alcançá-la. Talvez por não termos o mérito, talvez por influência de algumas malditas pessoas...

Uma coisa é certa, e deve ser aprendida antes que tudo acabe em tragédia: Não devemos dar tanta importância a nada! NADA mesmo. Pra quê se privar do que se gosta para agradar outra pessoa? Temos que nos agradar primeiro que tudo.


O tempo passa e vejo que a solidão é a melhor coisa que existe. O ser humano é tão vil que tenho medo de ter que me tornar assim para fazer com que certas pessoas pagam como merecem. Quer dizer, eu já me tornei vil o suficiente para estar pensando assim, mas acho que ainda tenho uma chance de me redimir comigo mesmo, que é começando a não me importar com as coisas materiais da vida terrena. Vida suja que somos obrigados a viver.


Gente sem escrúpulo, sem vergonha na cara de falar coisas que não são verdade. O mundo caminha bonito para o caos. A número de suicídio na minha cidade aumenta. O de homicídios nem se conta mais.




Não não! Mas já sei! Vamos fingir que tudo é uma fase. Jajá isso passa. Vamos continuar nosso teatrinho vagabundo e fingir que nos respeitamos, que somos todos irmãos e amamos uns aos outros. Vamos para a igreja pagar nossos pecados com o dízimo e depois sair para um barzinho, no outro domingo pagamos de novo por nossos pecados...




Até que ponto dar valor para certas coisas se o mundo é injusto. Ele é feito de acordos. De Chantagens. Até que ponto se dedicar a algo, tipo estudar para uma faculdade, se quando menos se espera algum fdp nem faz a prova e passa num curso concorrido? Sei que se for pensar assim ninguém faz mais nada, mas chega uma hora que a barrinha da tolerância fica cheia (Qm leu o post anterior sabe...), e aí que se torna perigoso. A Vida para acabar só precisa de uma oportunidade. Em um segundo tudo pode acabar e tudo o que tínhamos feito era galgar algo incerto.




Pra mim chega. Vou fazer minha tatuagem sem me importar se vão me aceitar aqui ou ali, vou pra quantas festas eu puder mesmo que ninguém queira ir comigo, não vou mais me importar se desapareceram dez fans meus do orkut (sei que isso é patético... ¬¬), vou correr sozinho na avenida, tudo sozinho, porque não podemos mais confiar na nossa própria sombra.





Que coisa triste se tornou o mundo...

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Conspirações...

Sabe quando você tá de boa e de repente tudo começa a mudar gradativamente?


Tentamos ser impassíveis, compreensíveis, condizentes e disciplinados, mas chega uma hora que não dá mais.


A raiva toma de conta. A sanidade vai sumindo aos poucos e você mostra quem realmente é e o que as pessoas não querem ver, mas não lembram que fizeram de tudo para despertar a besta fera que existe dentro de você...




Você fica no seu canto quieto. Na moral e na tranquilidade. Mas sempre tem alguma coisa ou alguém que vem para aborrecer, atiçar, instigar. Pena que não ficam depois do mal feito. Aí, como a raiva não escolhe a pessoa para quem vai depositar a ira, é melhor se esconder, trancar-se. Para o bem daqueles que não tiveram culpa.
Depois você começar a levar isso para outros assuntos que não tinha nada a ver. E logo tudo tá errado. E por quê? Porque as pessoas, às vezes, conspiram contra você. Talvez seja natural do mundo acontecer isso. Até que acontece o pior...
VocÊ, na sua cabecinha, tem uma barrinha de tolerância que vai enchendo todo vez que alguém enche seu saco. Depois de certo tempo, quando essa barrinha topa, dá vontade de dar murro na primeira pessoa que aparecer na sua frente, seja quem for. Depois a barrinha seca e começa tudo denovo. Mas chega um tempo que a barrinha só seca até a metade ficando cada vez mais frequênte a intolerância... E aí vem mais uma requinha de psicopatas.

sábado, 8 de setembro de 2007

Como uma mulher reagiria ao flagrar seu marido com outra.

Como uma mulher reagiria ao flagrar seu marido com outra. (Para desmascarar as novelas)

PoR JúNiOr




20:00 horas, Roberta estava voltando do trabalho cansada louca para encontrar o marido. Ela e Davi tinham se casado há pouco tempo, ainda estavam naquela emoção de recém-casados, pelo menos Roberta ainda estava. Depois de 5 anos de namoro eles se casaram no religioso e no civil, como mandava a tradição. Ao chegar em casa, ansiosa para encontrar o marido, percebeu algo estranho, havia outro carro na garagem. Mas o Davi não disse que estava esperando ninguém, pensou.

Entrou em casa, procurou Davi por todo lugar antes de ir para o quarto. Tomou uma xícara de café e colocou na geladeira a garrafa de vinho tinto que comprou no mercado, queria que esta noite fosse tão especial quanto as outras desde a lua-de-mel. Também locou uns filmes românticos para assistir com seu amor. O jantar ficou por conta da empregada, Solange, que já tinha ido embora. Era uma boa empregada, desde que se mudaram para esta casa que ela cuida dos serviços domésticos com perfeição. Olhou no forno e percebeu que alguém já tinha comido. Danado! Nem esperou por mim para o jantar. Pensou Roberta desapontada, mas ainda louca para encontrá-lo, o jantar mal importava, seu amor era maior, muito maior do que isso.

Não queria mais esperar, com certeza Davi estava cochilando no quarto, esperando por sua amada. Roberta tinha combinado com sua amiga Silvia que se encontrariam às 22:00 no cinema. Seria um encontro a quatro, Roberta e Davi e Eliane e um novo namorado. Mas ainda estava cedo, e Roberta só queria saber de encontrar logo seu amor. Subiu a escada cansada, queria logo tirar aquela roupa e tomar um banho acompanhada do marido. Queria carinho.

A porta do quarto estava entreaberta. Roberta entrou sem fazer barulho para não acordar seu amado.

__ Meu amor... __ Disse Roberta acendendo a luz.

Davi estava deitado por cima de alguém, ainda beijava outra pessoa, segundos depois percebeu que a luz foi acesa. Olhou rápido para porta e viu Roberta, parada, sem ação, perplexa como o que estava vendo. Ele também estava calado, sem saber o que falar.

__ Vamos logo, quero dar mais uma enquanto a vadia da Rober... __ Disse Silvia se levantando e descobrindo o rosto, mas foi interrompida e não terminou o que ia falar quando viu Roberta na porta.

__ Roberta! Não é o que você está pensando. Eu posso explicar. __ Falava Davi gagueijando.

Uma lágrima desceu do rosto de Roberta, uma única lágrima, uma lágrima, literalmente falando, de sangue. Seu amor estava naquela lágrima. E ela saiu do quarto olhando para o chão.

__ Eu disse pra você não vir hoje. __ Disse Davi vestindo a roupa.

__ Mas você disse que ela só chegava mais tarde... __ Disse Silvia sentada na cama. Tranqüila. Davi foi atrás de Roberta, para conversar e esclarecer tudo, claro que era um mal entendido. Ao colocar o primeiro pé fora do quarto, foi atingido por alguma coisa no rosto. Houve um estalo. Roberta largou a mão no rosto de Davi e de brinde um arranhão, sua mão direita estava ensangüentada com o sangue dele agora, enquanto na mão esquerda ela segurava uma 12, que Davi tinha guardado.

__ Seu filho da puta!! Você vai me trair agora no inferno junto com essa rapariga do caralho! __ Falou Roberta, com uma raiva infernal nos olhos.

__ Não faça isso meu amor... __ Implorou Davi.

__ Você é louca Roberta. Foi só um mal entendido, não precisa disso. Largue a arma. __ Disse Silvia se levantando.

Roberta disparou no peito do marido, o qual foi arremessado para os braços de Silvia. O rombo estava feito. O sangue se espalhou pelo quarto e por cima de Silvia, que gritava. Davi estava com os olhos abertos. Silvia jogou o corpo do homem de lado e ficou tremendo no canto da parede a gritar e chorar. Roberta deu mais dois tiros no que restava de Davi, agora não sobrava quase nada além de bagaço espalhado pelo quarto onde sempre houve o amor dos dois pombinhos, e também do pombo com a sirigaita.

__ VOCÊ ENLOUQUECEU!!! __ Gritou Silvia.

Roberta olhou para a mulher ao chão, seus olhos estavam vazios, e lá no fundo cheio de raiva e de vingança. Silvia estremeceu ao ver aquele olhar. __ Rapariga, filha da puta! Você vai dar o rabo agora é pro tridente do demônio!! Puara sem-vergonha!! __ Disse Roberta segurando nos cabelos da "moça" e a puxando.

__ Me larga sua fia da puta. __ Gritou Silvia desesperada.

Roberta jogou a 12 de lado e desceu com a mulher pelas escadas. Segurava seus cabelos como se fossem cabelos de boneca, e na sua infância, Roberta gostava de queimar bonecas...

Descendo as escadas às bofetadas, o rostinho de Silvia já estava vermelhinho e seu coro cabeludo, dolorido.

__ É bom pegar o marido dos outros não é? __ Disse Roberta baixinho.

Chegaram na cozinha e lá começou a luta, ou melhor, o espancamento, pois Silvia não reagia pensando que só ia apanhar e depois ir pra casa. Roberta meteu a cabeça de Silvia três vezes no balcão da cozinha, que era de mármore, o balcão ficou totalmente estrelado. Arranhou bastante o rostinho dela com suas unhas. Roberta estava coberta de sangue, mas não se importava. Durante todo esse processo, ela só lembrava do que queria fazer ao chegar em casa: encontrar seu marido, namorarem como adolescentes, jantar com ele e assistir a filmes que remetessem seu passado romântico com seu amor, que agora estava no inferno. Silvia estava quase ficando inconsciente de tanto apanhar, apanhou de todas amaneiras possíveis. Socos, chutes, cabeçadas, arranhões, puxões severos de cabelo, que, por sinal, Roberta estava cheia de cabelos nas mãos. A carinha da Silvia estava deformada, coitada. Roberta abriu o forno e viu novamente a comida que estava lá.

__ Vocês gostaram da comida! Era pra comemorar nosso amor... Mas acho que você comemorou por mim não foi. __ Disse Roberta colocando a cara de Silvia pra ver bem de perto.

__ Coe Hão... __ Cacarejou Silvia. __ Hoje teremos mais um prato. Galinha assada... Que delícia. Eu mesmo vou comer todinha. __ Disse Roberta.

Roberta empurrou Silvia dentro do forno. Era um forno grande e dando aquele jeitinho ela caberia. Depois trancou a porta do forno e o ligou no máximo. Silvia cacarejava mais, mas não se conseguia entender nada. Tentava bater na portinha, mas não tinha mais força, já estava debatida, pronta para assar. Roberta sentou-se à mesa da cozinha com a alma lavada. Já havia assistido muitas novelas e filmes românticos e sempre disse que se aquilo acontecesse com ela, não seria igual, onde a mulher vê e sai correndo e fica por isso mesmo. Então, foi dito e feito. Roberta ficou lá, ouvindo a carne assando durante toda a noite. Subiu para tomar um banho para depois ir ao cinema.


FiM.

sábado, 1 de setembro de 2007

Meus amigos invisíveis



Um certo dia, na escola, uma voz soou na minha cabeça (Não lembro o que disse) e olhei para o lado. Nada vi além dos colegas de sala prestando atenção na aula. Mais uma vez a voz ecoou de um lugar distante. Olhei mais uma vez e nada. Uma vazio invadiu minha cabeça, conseguia ver as coisas mas só um som como o vento eu conseguia ouvir, era confuso e ao mesmo tempo interessante. Baixei a cabeça para esperar passar, na verdade não me importaria se não passasse, mas minutos depois passou, alguém me empurrava, para me acordar. E lá estava Jasper, a primeira vez que o vi. Perguntei de onde ele veio e ele respondeu que veio da minha cabeça. Resolvi não contestar. A aparência dele era parecida com a minha então só poderia ser amigo, ao pensar isso eu ri, pois tinha medo do que eu poderia fazer comigo mesmo, mas... Vi que precisava de um amigo assim. Ninguém conseguia vê-lo (...) e pra filar na escola era muito útil hehehehe.


Outro certo dia, pois todos os dias são certos para acontecer alguma coisa, eu na calçada à noite sentado (Jasper não estava, tinha saído) eis que surge Cícera, pulando um muro lá na esquina. Vi de relance quando ela suavemente "pousou" no chão leve como uma folha de outono (...). Veio correndo em minha direção, seus pés quase não tocavam o chão, tinha uma aparência antiga, como se não pertencesse a esse tempo. Muito bonita. "Eu vou ajudar você", ela disse. "A quê?", perguntei eu, já não me surpreendia pois podia ter vindo do mesmo lugar que Jasper. "Ora, ajudá-lo com o que precisar, mas só no lado espiritual da coisa, o mundo é cheio de mistérios...", disse ela fumando um cigarro. Não fiquei mais com medo como da vez que conheci Jasper, já havia conversado muito com ele. Então... "Tá certo...", eu disse. E a partir daquele dia ela também é minha amiga, ou guia espiritual...





Posso mostrar uma foto da Cícera, já que ela insiste em ficar mudando...





Pronto... Falei de meus amigos... Ainda não sei se vieram da minha cabeça ou surgiram de outra dimensão ou de outro tempo-espaço, ou do céu ou do inferno... Só sei que gosto deles!