quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Inimigo Secreto


Três amigos inseparáveis resolveram fazer um inimigo secreto para unirem ainda mais seus laços de amizade. Eram eles: Huguinho, Zezinho e Luizinho.
Eles resolveram fazer um inimigo secreto para descontar suas mágoas uns nos outros, pois na amizade também existe briga, rancor, etc. Mas, ficou decidido entre eles que nenhum ficaria com raiva do outro pelo presente que ganharia. Poderia ser qualquer coisa, de preferência coisas ruins... Eles compraram um bolo e refrigerantes para depois da "celebração" do evento e foram para um parque da cidade à noite.

__ Bom, então eu vou começar, certo? __ Iniciou Huguinho próximo ao lago do parque. Os três estavam sentados.
O parque estava com pouca gente, pois a maioria estava em sua casa com a família.
__ Mas cadê o seu presente? __ Perguntou Luizinho.
__Tenha calma. Está aqui. __ Disse Huguinho com a mão na cintura. __ Eu quero que essa pessoa que eu tirei vá pro quinto dos infernos quando ela morrer.
__ Nossa... Quem será? __ Perguntou Zezinho.
__ Foi você, Zezinho. __ Disse Huguinho tirando um revólver da cintura e dando um tiro na cabeça de Zezinho, que voou para trás e caiu morto dentro do lago.
Havia uma caixa no lugar em que antes Zezinho estava sentado. Huguinho foi até lá e a pegou. Depois leu um bilhete com o nome "Luizinho".
__Ele tinha pego você, Luizinho. Abra o seu presente. __ Disse Huguinho enquanto jogava a arma no lago.
Luizinho pegou a caixa. Dela saía um mal cheiro muito forte. Com repugnância ele abriu a caixa e ficou horrorizado quando viu um enorme sapo verde com a boca costurada e os olhos esbugalhados. Logo em seguida ele começou a vomitar sangue e se debater no chão até morrer. Parando dentro do lago.
Huguinho deduziu que Luizinho tinha tirado ele, então se abaixou e pegou uma caixa que tinha onde antes havia o corpo de Luizinho. Fazia um barulho esquisito, mas ele a abriu mesmo assim. Depois não houve tempo para muita coisa, só a explosão e os pedaços caíram como chuva dentro do lago.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Acessos


Será que vocês já se sentiram só espectadores da sua própria vida?

Bom... É o que acontece comigo de vez em quando. Eu fico só assistindo o que tá acontecento [eu tinha escrito quase tudo e apaguei sem querer essa porra do caralho de asa, mas vou tentar escrever do jeito que estava ¬...]. Parece até com os power rangers quando eles sobem naquele robô grandão e ficam controlando-o... No meu caso existem 3 seres na minha cabeça que controlam o meu corpinho de vez em quando [medo]. Só que às vezes eu acho até que tem mais... [+medo]

Logo fiquei sabendo que o Harry Potter [Harry Potter é o meu cachorro] também tem um amigo imaginário: O Mailow. Eu fico vendo eles conversarem e depois me junto a eles. Aí ficamos Eu, Harry Potter, Mailow, Jasper e Cícera num círculo de conversas sobre o mundo e as pessoas... É estranho não é?

Bom... Meus acessos são bons. Eu gosto de descansar um pouco enquantpo o Jasper ou a Cícera [ou qualquer outro] guia este corpo físico que nos foi dado [que loucura é essa que eu tô escrevendo?].

Bom [de novo]... Eu não sei [e sei] o porquê de ter postado isso hoje, mas acho que precisava [nós precisávamos] explicar isso... Quando tenho um acesso desse [dos power rangers] parece que eu estou doido e fico sem rumo, talvez para conhecer novas direções [para o infinito e além].

Tchau³

sábado, 21 de novembro de 2009

Uma quedinha para variar...

Cair é normal...

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

No que estamos nos transformando?


É... A sociedade... Não, não é a sociedade, são as pessoas, malditas pessoas! As pessoas nos transformam... Por esse tempo andei e percebi em que as pessoas estão me transformando: em um lindo monstrinho!
Vi que a comida [sim, o nosso arroz e feijão de todos os dias] mostra uma pessoa como ela é. Pessoas brigam por comida, falo de pessoas com condições financeiras. Brigam para comer mais mesmo quando estão sem fome só para "não sair perdendo". E um ódio doentio me sobe à cabeça. O Egoísmo maldito está corroendo todo o mundo, e para que você não se corrompa com ele, você tem que se dar mal... Você temq ue deixar as outras malditas pessoas pisarem em você... Você tem que ver o errado e ficar calado... Você tem que virar um morto-vivo e só seguir ordens! Se tentar fazer o certo, os corruptos, que são a grande maioria, vão colocá-lo para baixo e prejudicar sua vida.
Qual a solução?
Eu não sei! Temos algumas em mente, mas envolvem alicates, cadeiras de ferro e uns fios de alta tensão... Como seria revigorante!

Ou eu estou ficando louco e não estou mais conseguindo viver em meio a tantos miseráveis hipócritas ou o mundo está ficando um lugar vil de se viver... A culpa nem é do mundo, coitado, este está sendo destruído tambem por nós... As malditas pessoas são as culpadas! Mas por que chegamos a este ponto?
Eu não sei! E nem tenho idéia...

O mundo tá acabando e ninguém liga... Caralho! É a desvalorização do ser humano bem na nossa cara! Eu não quero me transformar em um monstro sem sentimentos...

Se continuar assim, com tanta gente miserável que só quer o mal dos outros, pode ser que a cadeira de ferro, o alicate e os fios de alta tensão sejam as únicas soluções...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

O Trenzinho da Alegria


As crianças se agruparam, felizes e sorridentes, de frente para o trenzinho da Alegria enquanto a professora dava as últimas instruções de segurança. O trem era lindo! Muito colorido e com muitos palhaços sorridentes para divertir as crianças.
Todos subiram quando a professora autorizou. A gritaria logo começou. Gritos de alegria pelo passei no trenzinho da Alegria no dia das crianças. Mais de cinqüênta crianças aos berros de tanta felicidade. O motorista era um palhaço com um chapéu um tanto grande para a cabeça, mas ficava engraçado vê-lo dirigindo daquele jeito.
Na primeira ladeira, a mais íngreme da cidade, o chapéu cobre o rosto do motorista o impedindo de ver qualquer coisa. Ele perde o controle do trenzinho e "sai dos trilhos". Muitas pessoas que estavam na calçada da ladeira foram atropeladas, algumas crianças, as que já tinham percebido o que estava acontecendo, pularam fora do trem e se espatifaram no declive acentuado da ladeira. As outras que continuavam dentro junto com as professoras, gritavam e berravam desesperadas elevando as mãos aos céus. Os palhacinhos protetores também pularam do trem aos prantos e também se espatifaram pelo caminho num emaranhado vermelho de carne e pele.
O trem virou, capotou várias vezes e os vagões voaram separados cada um com a sua cota de vítimas, as quais voavam pelos ares ou eram esmagadas. Depois que tudo aconteceu, o som do trenzinho continuou tocando músicas alegres. Como se nada tivesse acontecido.

sábado, 19 de setembro de 2009

Entre Família [conto]


Quando Paulo abriu os olhos se deparou com uma parede suja em lugar que ele nunca estivera. Sentiu a boca amordaçada por um pano e percebeu que estava totalmente acorrentado a uma cadeira de ferro, a cabeça estava dolorida. Estava vestindo a mesma roupa que usava quando saiu de casa para sair com seus amigos, uma calça jeans e uma blusa, mas estava sem os sapatos. A única coisa de que se lembra é de quando foi entrar no carro e tudo ficou escuro.
Paulo sentiu a mordaça afrouxar...
__ Quem está aí? __ Falou agitado voltando a ficar lúcido. __ Onde eu estou?
__ Eu fui um bom pai? __ Um voz questionou atrás dele.
__ Pai? __ Falou Paulo assustado. __ O que o senhor está fazendo? Onde eu estou?
Um homem gordo e alto, com barba e cabelos grisalhos se pôs na frente de Paulo trajando um macacão de couro preto. Segurava um cutelo de cozinha na mão esquerda e um gancho de açougueiro na direita.
__ Responda se eu fui um bom pai, Paulo. __ Mandou Sandro, seu pai.
__ Por que está fazendo isso?
O sangue jorrou quando Sandro cravou o gancho no ombro esquerdo de Paulo. O grito do rapaz ecoou pela sala.
__ Por que você só não me responde? __ Gritou Sandro puxando o gancho do ombro de seu filho.
__ VOCÊ ESTÁ LOUCO! TIRE-ME DAQUI!
__ Paulo... Eu tentei de todas as formas ser um bom pai pra você e para suas irmãs, mas você foi o único que saiu dos eixos, você sempre foi o rebelde, sempre foi o diferente da família...
__ VOCÊ NUNCA ME DEU ATENÇÃO! POR QUE QUER SABER DISSO AGORA!? __ Gritava Paulo aos prantos.
__ Porque quero saber disso antes de matar vocÊ, meu filho.
__ E POR QUE VOCÊ VAI ME MATAR? CHAME A MINHA MÃE! ME TIRA DAQUI!
__ Sua mãe nem desconfia que estamos aqui... Ou você acha que eu faria isso na nossa própria casa? O que eu dizia? Ah, sim! Você, Paulo, foi o meu fracasso, não consegui fazer você gostar das coisas que eu gosto como fiz nas suas irmãs, não consegui "induzir" você a seguir uma profissão boa, você quer fazer as coisas sozinho... Isso é errado, Paulo! É errado. __ Dizia Sandro olhando para o cutelo. __ Vou arrancar suas mãos e seus pés para você saber que não tem liberdade de fazer o que quer, depois arranco sua cabeça, para você saber que pensou errado todo este tempo, está bem? Vou começar pelas mãos...
Sandro voltou para as costas de Paulo e mirou o cutelo no pulso esquerdo, levantou o cutelo e o baixou rapidamente.
Paulo se agitou, o cutelo acertou as correntes, mas ainda cortou uma parte da mão do rapaz. As correntes se soltaram, Paulo se agitava mais e mais numa tentativa desesperada de se soltar. Sandro meteu o gancho novamente no ombro de Paulo e lá ele ficou caravado. Paulo gritou de dor, mas conseguiu afrouxar as correntes e ficar de pé.
Ao olhar para trás, Paulo viu uma mesa cheida de ferremantas e utensílios domésticos como facas, garfos, espátulas, furadeiras...
Sandro correu para pegar outra arma alem do cutelo, Paulo correu para pegar uma arma também.
__ EU VOU MATAR VOCÊ, SEU MOLEQUE! __ Gritou Sandro procurando a maior arma que encontrasse.
Paulo conseguiu pegar a furadeira e uma serra giratória de cortar madeira. Ligou a serra e a jogou em seu pai com toda a força. Sandro gritava enquanto a serra cortava seu braço direito, mas sem decepá-lo.
__ Você vai aprender algo comigo! __ Disse Sandro deitado no chão com a mão no ferimento que sangrava bastante.
__ Você é um miserável! __ Disse Paulo se aproximando com a furadeira ligada. Seu ombro continuava com o gancho preso, mas ele já não ligava para isso.
__ Se você me matar... __ Começou Sandro. __ ... vai ser um miserável como eu.
__ Vejo que conseguiu me ensinar alguma coisa, pai. __ Disse Paulo, chorando, furando o peito do pai com a furadeira.


FIM!

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Brincando de Harry Potter


Roger tinha 15 anos de idade. Completamente viciado em Harry Potter, já lera todos os livros e todos os filmes lançados até agora. Já até fez uns vídeos de algumas cenas dele como Harry Potter.
Roger era fanático pela série, sentia-se um bruxo nato. Não era como os trouxas... Geralmente era chamado atenção na escola por estar com um pedaço de pau, sua varinha mágica, no lugar de estar prestando atenção à aula.
__ Roger! __ Advertiu a professora pela segunda vez. __ largue esse pedaço de pau e preste atenção à aula!
__ Isto não é um pedaço de pau, sua imbecil! __ Bradou Roger contrariado. __ A minha varinha é feita de madeira de salgueiro!
Todos riram dele.
Meses depois, Roger já não queria mais ser chamado de Roger, e sim de Harry Potter e ainda andava pela casa com um capuz, como o do filme.
No jantar, em sua casa, sua mãe servia enquanto falava:
__ Roger, eu acho...
__ Meu nome é HARRY POTTER! __ Gritou Harry ouriçado.
__ Harry. __ Começou sua mãe. __ Os professores da sua escola estção dizendo que você não anda fazendo seus deveres de casa e que fica com um pedaço de pau...
__ É UMA VARINHA MÁGICA! UMA VARINHA DE CONDÃO!
__ Você tem que parar com isso, Harry Potter! __ Disse sua mãe imponente, mas com um medo danado passando por sua espinha.
O Psiquiatra de Roger disse para a mãe que ele não deveria ser contrariado, mas se isso não passasse, esta obsessão por Harry Potter, ele teria que ser internado.
__ Você quer que eu prove que a minha varinha é a melhor? __ Perguntou Harry com um olhar louco e tirando a varinha do bolso da calça.
__ Roge... Quero diz, Harry Potter, o que você vai fazer? __ Perguntou a mão amedrontada.
__ Wingardium Leviosa! __ Bradou Roger girando e depois apontando a varinha para uma garrafa térmica que estava em cima da mesa.
A garrafa levitou no ar, até perto do ventilador no teto da cozinha. Depois a garrafa caiu na mesa com um estrondo seco quebrando alguns pratos. A mão de Roger ficou impressionada e quase chorou de medo. Roger foi para o quarto sorrindo.
No dia seguinte, depois da aula, a mãe de Harry estava certa de mandar interná-lo. Enquanto isso, na escola.
__ Bom dia. __ Disse a professora. __ Como todos sabem, hoje é o dia da apresentação do trabalho de História...
O burburinho tomou conta da sala. Todos conversavam para saber quem iria apresentar.
__ Eu apresento, professora! __ Pediu Roger.
__ Muito bem, Roger. __ Disse a professora.
__ Meu nome é Harry Potter.
Todos riram. Mas Harry se controlou. Ele tinha uma surpresa para a turma toda.
__ Bem... Hogwarts não está mais tão segura como antes... Dumbledore disse que Voldemort está de volta para acabar comigo. Mas eu tenho uma arma secreta que vou mostrar para vocês agora.
__ Essa criatura está comletamente insana! __ Disse uma menina.
__ Tira esse maluco daí, professora. __ Disse um rapaz.
__ Roger... __ Dizia a professora, mas Harry Potter já conjurava um feitiço girando sua varinha.
__ Bombarda Maxima! __ Gritou Harry.
Por um segundo todos continuaram olhando para ele, nada acontecera, até que tudo explodiu. Os corpos voaram para fora da escola, a sala estava em pedaços. Alguns alunos ainda corriam em chamas e gritavam por socorro. Aos poucos a escola começava a ser evacuada. A turma de Harry Potter foi dizimada por um feitiço.

Depois do enterro simbólico, pois os corpos haviam sido destruídos com a explosão, a mãe de Roger achou um fio de nylon pendurado no ventilador da cozinha, era como Harry Potter tinha feito o feitiço com a garrafa térmica. Indo até o quarto dele, ela achou alguns métodos de como montar uma bomba caseira e também um curso à distância de como se tornar um homem bomba, foi como ele conseguiu lançar o feitiço na escola...